Os cálculos efectuados pelo Il Sole 24 Ore para um empréstimo de 100 mil euros em Setembro de 2005 assinado (como é retratado ao lado) mostram que, em caso de adesão à Convenção, obtemos imediatamente uma parcela mais leves (de 6 -12%, dependendo da duração), mas acaba por ter de devolver uma quantidade maior de juros (de 2% a 17%).

E este mercado está assumindo taxas permanecem inalteradas até ao final do empréstimo, quer no caso (mais realista e favorável ao cliente) que a rastrear a tendência ascendente e descendente dos últimos 3 anos. A diferença traduz-se uma prorrogação do empréstimo (necessidade de se restabelecer o que foi acumulado no reforço do financiamento), que pode variar de 3 meses das mais favoráveis (10 anos empréstimo com uma tendência à taxa de mercado) por 52 meses, com opção pior (20 anos empréstimo com um nível futuro das taxas inalteradas).

Quem ganha?

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